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Mapa da Amazônia Legal no Brasil - Fonte: Imazon.


Saudações da Luz,

Como já mencionei em outros artigos, os interesses ocultos por trás dos bastidores geram uma intricada rede de conspirações que a sociedade brasileira não tem conhecimento, a não ser quando a verdade vem à tona revelando escândalos e denúncias. E o que vem acontecendo atualmente com o caso da Amazônia brasileira é bem típico de atos que envolvem terrorismo e crimes contra o meio ambiente.

Antes, porém, é importante que a Nação brasileira tenha consciência do que rege a Lei de Segurança Nacional e também a Lei dos Partidos Políticos, principalmente nos artigos aqui mencionados:


A LEI DE SEGURANÇA NACIONAL

LEI Nº 7.170, DE 14 DE  DEZEMBRO DE 1983.

Define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.

Art. 1º - Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:

I - a integridade territorial e a soberania nacional;

II - o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito;

III - a pessoa dos chefes dos Poderes da União.

(...)

Art. 8º - Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, para provocar guerra ou atos de hostilidade contra o Brasil.

Pena: reclusão, de 3 a 15 anos.

Parágrafo único - Ocorrendo a guerra ou sendo desencadeados os atos de hostilidade, a pena aumenta-se até o dobro.

(...)

Art. 9º - Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país.

Pena: reclusão, de 4 a 20 anos.

(...)

Art. 16 - Integrar ou manter associação, partido, comitê, entidade de classe ou grupamento que tenha por objetivo a mudança do regime vigente ou do Estado de Direito, por meios violentos ou com o emprego de grave ameaça.

Pena: reclusão, de 1 a 5 anos.


A LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS

LEI Nº 9.096, DE 19 DE SETEMBRO DE 1995.

Dispõe sobre partidos políticos, regulamenta os arts. 17 e 14, § 3º, inciso V, da Constituição Federal.

(...)

Art. 28. O Tribunal Superior Eleitoral, após trânsito em julgado de decisão, determina o cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado:

        I - ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira;

        II - estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros;

        III - não ter prestado, nos termos desta Lei, as devidas contas à Justiça Eleitoral;

        IV - que mantém organização paramilitar.


É importante que todos os cidadãos tomem ciência do manifesto realizado e assinado por membros partidos da esquerda brasileira e seus representantes legais com a participação de outras entidades e movimentos ligados à Internacional Socialista que caracteriza abertamente a intenção de destruir a imagem do Brasil frente ao mundo e desencadear através dessa ação, o pedido de intervenção estrangeira no país, sobrepondo a soberania nacional.

A ação do Governo Francês através do seu Presidente Emmanuel Macron em liderar essa intervenção estrangeira mostra a face oculta por trás dos interesses estrangeiros sobre as riquezas e recursos naturais da Amazônia, e claramente revela a grande traição contra a Nação brasileira que há anos vem sendo perpetrada por personalidades políticas com partidos ligados à entidades estrangeiras e organizações criminosas como tem sido revelado no escândalo do Foro de São Paulo e com a abertura da Caixa Preta do BNDES.

No que rege e determina a Lei de Segurança Nacional e a Lei dos Partidos Políticos está comprovada a participação de todos os partidos envolvidos em ações contra a Nação brasileira, com atas registradas e de acesso ao público, com os nomes dos partidos e a assinatura dos seus presidentes e das manifestações que caracterizam diante da Legislação Brasileira a violação por parte destas entidades políticas colocando em risco grave, a soberania nacional.

O que precedeu à essa onda de difamações e mentiras foi o encontro ocorrido na França que saiu publicado num jornal francês em 29/07/2019, conforme segue:

“O ministro das Relações Exteriores inicia neste sábado, 27 de julho, uma visita ao Brasil, principal parceiro comercial da França na América Latina. No centro das atenções: um acordo comercial com Jair Bolsonaro, com conseqüências ecológicas e sociais inaceitáveis ​​para os signatários deste texto. 

A França deve rejeitar o Acordo de Livre Comércio UE-Mercosul. 
Tribune. De 27 a 30 de julho, o ministro das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, viaja ao Brasil para reuniões com autoridades e empresas. Esta viagem ocorre algumas semanas após a visita ao Quai d'Orsay de seu homólogo Ernesto Araújo e a realização em Bercy de uma reunião internacional da MEDEF sobre oportunidades comerciais com o Brasil, onde os benefícios da reforma previdenciária, que reduz direitos sociais dos trabalhadores brasileiros, foram mencionados em particular. Essa intensa atividade bilateral entre os dois países não ocorria há anos. O Brasil é de longe o mais importante parceiro comercial da França na América Latina, com um volume de negócios de 7,5 bilhões de euros, 900 empresas francesas estabelecidas e grandes perspectivas de expansão, apesar do aumento da concorrência. Atores chineses. O acordo de livre comércio entre a União Européia e o Mercosul é, portanto, considerado estratégico pelo governo e pelos empregadores. Além de promover a importação de matérias-primas para a Europa, deve reduzir significativamente as barreiras alfandegárias para a exportação de produtos manufaturados. A indústria local, já muito frágil, será dizimada. O acordo prejudicará gravemente o desenvolvimento econômico e social do Brasil e de outros países latino-americanos.
Mas Emmanuel Macron parece ter esquecido um detalhe que não tem valor comercial: o dano irreversível causado ao meio ambiente por esse tratado. No entanto, em novembro de 2018, no G20 em Buenos Aires, logo após a eleição de Jair Bolsonaro como presidente do Brasil, ele disse que condicionaria a assinatura do acordo para manter o Brasil no acordo de Paris. . Bolsonaro havia anunciado várias vezes em sua campanha eleitoral querer sair. Aparentemente, alguns apertos de mão entre ministros e chefes de Estado na última cúpula do G20 em Tóquio foram suficientes para convencer o presidente brasileiro do desejo de preservar o meio ambiente. As palavras de Emmanuel Macron não terão sentido se as trocas entre a França e o Brasil se multiplicarem. Os volumes de CO2 liberados no ar seguirão a mesma progressão. Para julgar, esperamos que Jean-Yves Le Drian tenha reservado em sua agenda uma visita à Floresta Amazônica, onde o desmatamento aumentou 88% desde 2018; bem como uma visita às tribos de povos indígenas ameaçadas pela milícia do agronegócio para se reunir nos túmulos das centenas de defensores ambientais que foram assassinados nos últimos anos (um número que continua a crescer) . Também esperamos que o ministro tenha planejado algumas horas na companhia dos trabalhadores agrícolas empregados nas grandes fazendas que servem como despensas na Europa, numa época em que a escravidão está se tornando uma realidade e enquanto 239 pesticidas (incluindo um proibido na Europa) acaba de ser permitido no Brasil. A entrada em vigor do acordo amplificará a destruição do meio ambiente e as mortes que resultam das ações do agronegócio. O Acordo de Paris não é uma varinha mágica, como alguns negociadores do Quai d'Orsay ainda acreditam. Não prevê qualquer cláusula vinculativa. Mesmo que o Brasil permaneça no acordo, será capaz de continuar suas atividades criminosas que destroem o meio ambiente e as pessoas que dedicam suas vidas para protegê-lo. Cumprir os princípios do Acordo de Paris exige determinação política e compromisso inabalável com a luta contra o aquecimento global. Isto é notoriamente carente no governo de Jair Bolsonaro. Lamentamos profundamente que o Presidente Macron, que afirma fervorosamente ser o líder mundial na proteção do meio ambiente, se recuse a ver essas evidências. Portanto, pedimos à França que rejeite o acordo de livre comércio entre a UE e o Mercosul e condicione o comércio entre os dois países à adoção de normas muito restritivas no campo da proteção ambiental e dos trabalhadores brasileiros. .

Signatários: François Alfonsi , MEP (EELV); Manon Aubry , deputado do Parlamento Europeu e co-presidente do partido europeu GUE / NGL (European Unity Left) (FI); Clémentine Autain , MP (FI); Ugo Bernalicis , MP (FI); Benoît Biteau , MEP (EELV); Manuel Bompard , deputado do Parlamento Europeu, chefe da delegação não enviada ao Parlamento Europeu (FI); Guilherme Boulos , representante nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra e ex-candidato (PSOL) nas eleições presidenciais (Brasil); Glauber BragaMembro do PSOL, membro suplente da Comissão de Relações Internacionais e Defesa Nacional (Brasil); Damien Carême , MEP (EELV); Leïla Chaibi , MEP (FI); Fabien Cohen , secretário geral da França na América Latina (França); Eric Coquerel , MP (FI); Alexis Corbière , MP (FI); David Cormand , MEP (EELV); Humberto Costa , senador do PT e presidente do Senado (Brasil); Gwendoline Delbos-Corfield , MEP (EELV); Karima Delli , MEP (EELV); Caroline Fiat , MP (FI); Vagner Freitas , presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CUT) (Brasil); Raphaël Glucksmann , MEP (praça pública); Sylvie Guillaume , MEP (PS); Gleisi Hoffmann , MP e Presidente da PT (Brasil); Yannick Jadot , MEP (EELV); Aurélie Journée-Duez , presidente do Comitê Indigenista de Solidariedade das Américas (CSIA-Nitassinan, França); Michel Larive , MP (FI); Marie-Noëlle Lienemann , senadora (GRS); Gilles Maréchal , Presidente da Associação AMAR-Brasil (atores no mundo rural e agrícola (França), David Mirandamembro da Comissão de Relações Internacionais e Defesa Nacional (Brasil); Emmanuel Maurel , deputado do Parlamento Europeu (FI); Jean-Luc Mélenchon , MP, presidente do grupo parlamentar francês insubordinado; Danièle Obono , MP (FI); Younous Omarjee , MEP (FI); Mathilde Panot , MP (FI); Anne-Sophie Pelletier , deputada do Parlamento Europeu (FI); Taliria Petrone , PSOL MP (Brasil); Paulo Pimenta , deputado do PT e presidente do grupo na Câmara dos Deputados (Brasil); Loïc Prud'homme , MP (FI); Adrien Quatennens , MP (FI); Jean-Hugues RatenonMP (FI); Muriel Ressiguier , MP (FI); Michèle Rivasi , MEP (EELV); Caroline Roose , MEP (EELV); Sabine Rubin , MP (FI); François Ruffin , MP (FI); Mounir Satouri , MEP (EELV); João Pedro Stédile , Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (Brasil); Sophie Taillé-Polian , senadora (Génération.s); Bénédicte Taurine , MP (FI); Marie Toussaint , MEP (EELV); Salima Yenbou , MEP (EELV); Ivan Valente PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), presidente do grupo PSOL na Câmara dos Deputados (Brasil); O Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Brasil)”. 


Fonte: Liberation. Artigo original disponível  em: <https://www.liberation.fr/debats/2019/07/27/la-france-doit-refuser-l-accord-de-libre-echange-ue-mercosur_1742315> . Acesso em 27 Ago. 2019 - publicado em 27 Jul. 2019.  


A verdade fica visível a partir do pronunciamento do Presidente Jair Bolsonaro junto com todos os Governadores Estaduais da Amazônia Legal que tem o conhecimento profundo sobre o que acontece em suas regiões e que foi postado no último artigo onde a realidade é apresentada de forma transparente, demonstrando a farsa e a mentira divulgada pelas mídias que atuam contra o Governo de Jair Bolsonaro.

É clara a intenção contra a Soberania Nacional nas declarações do Presidente da França em sua intervenção contra o Governo Brasileiro e fica em evidência o movimento conspiratório envolvendo os partidos da esquerda no Brasil contra os planos de recuperação da economia nacional e do resgate da Nação contra as ações de destruição implantada durante os governos do PT que vem sendo alvos de denúncias, investigação e julgamento por parte do Judiciário Brasileiro.

Em função do histórico de levantes populares, golpes de Estado, ações terroristas, de atos de guerrilhas e de crimes contra a Nação e também pela onda de genocídios praticados contra a Humanidade, chega a hora de criminalizar os partidos que atuam em coligação com entidades e governos estrangeiros contra o Brasil e aplicar as Leis vigentes no país naqueles que são considerados traidores da Pátria e agem abertamente violando a Constituição da Nação brasileira.

É hora de dar o basta ao mal que tem assolado o Brasil!

Paz, Brasil!
A Verdade acima de Tudo.
Shima.


Leia mais:

Ao vivo - BOLSONARO DENUNCIA PLANOS CONTRA O BRASIL E ABRE A 'CAIXA-PRETA' DA AMAZÔNIA - ONGS
https://bravagentenews.blogspot.com/2019/08/ao-vivo-bolsonaro-denuncia-planos.html

INCÊNDIO NA AMAZÔNIA – 24/08/2019   
https://bravagentenews.blogspot.com/2019/08/incendio-na-amazonia-24082019.html

PDT E PARTIDO COMUNISTA DA CHINA
https://www.oantagonista.com/brasil/ciro-chines-e-comunista/



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